A Brata trabalha embarcada em empresas de serviço, como o braço de produto, IA e automação da operação.
Nenhuma métrica entra aqui sem ter sido medida. Onde não há medição, o caso descreve o que o sistema faz e qual é o estado real.
Cotar seguro auto exigia redigitar o mesmo cadastro três ou quatro vezes, um perfil de cobertura por vez. Redigitação custa tempo; um dígito trocado produz cotação válida para o risco errado.
Hub de cotação: cadastro único, três perfis de cobertura cotados em simultâneo, comparativo pronto com o PDF de cada proposta. Documentos entram por foto ou PDF e a leitura por IA é conferida contra o formulário: se divergir, vai para revisão humana. CRM integrado nos dois sentidos.
Em produçãoSaaS de gestão para clínicas com milhares de contas e um time de sucesso do cliente pequeno demais para acompanhar uma a uma. "Quais contas estão em risco hoje?" não tinha resposta em lugar nenhum.
Pontuação de saúde por conta: oito critérios de uso real, recalculada toda madrugada, com lista de risco entregue por analista no Slack. E um assistente interno que responde dúvidas de produto em linguagem natural, com a fonte citada.
Em implantaçãoconstruído e validado contra a base realConsultoria fee-only com processo comercial bom, mas que vivia na cabeça das pessoas, apoiado num CRM de prateleira feito para venda transacional.
O funil consultivo virou sistema: sete etapas com prazo visível no cartão, levantamento financeiro estruturado com salvamento transacional, e site refeito entregando lead direto no funil, sem redigitação no meio.
Em produçãoo CRM anterior foi desligadoO número não estava em nenhum relatório: apareceu quando as fontes de dados foram cruzadas pela primeira vez, antes de qualquer automação. É o tipo de coisa que só aparece quando alguém junta os dados e faz a pergunta certa.
Time enxuto, dedicado, poucos projetos por vez, quase um ateliê. A Brata assume a função, não o escopo.
Descoberta, roadmap e KPIs; sistemas de IA em produção: RAG, agentes, assistentes; arquitetura e escolha de modelo.
Funil documentado, infraestrutura de aquisição e ciclo de vida, CRM, unit economics e capacidade.
Mapeamento da operação, desenho dos pontos de automação (IA e RPA), documentação que transforma conhecimento tácito em sistema.
Nada é construído antes de entender a operação como ela roda de fato. A Camada 0 entrega valor por si, mesmo que a relação pare aí.
Entrevistas com sócio, quem opera e quem atende; acesso aos sistemas; leitura dos dados que já existem.
O processo como roda de fato, não como está no papel; onde as horas vão; o que só existe na cabeça de alguém.
Definição das frentes, fechamento da linha de base, apresentação à liderança.
depois da Camada 0, as frentes viram trabalho contínuo: a Brata constrói, coloca em produção e opera embarcada, medindo contra a linha de base.
Não vende horas de dev nem entrega por escopo fechado.
Não é campanha nem produção de peça avulsa.
Não empurra ferramenta de terceiro com markup.
Não entrega diagnóstico e vai embora: constrói, coloca em produção e opera junto.
Mapa da operação e linha de base. Escopo e prazo fixos, três semanas, antes de construir qualquer coisa.